Família intoxicada em Curralinho permanece em UTI e não deve ser transferida

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De acordo com a direção do Hospital Regional do Marajó, não há necessidade de transferência hospitalar. Vítimas sofreram intoxicação causada por um gerador de energia, uma mulher morreu e cinco foram socorridas. A família intoxicada com monóxido de carbono, em Curralinho, permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Marajó (HRPM), em Breves. De acordo com a direção da unidade, não há necessidade de transferência hospitalar. Vítimas sofreram intoxicação causada por um gerador de energia, uma mulher morreu e cinco foram socorridas.
Eles foram transferidos para o Hospital Regional na segunda-feira (11), os cinco membros estão em cuidados intensivos.
A paciente Leiliane Gomes Miranda, 33 anos, e seu irmão Aldemir Gomes Miranda, 45 anos, ainda são mantidos sedados e intubados para tratar eventuais sequelas da intoxicação. A jovem Andreza Cordeiro Ribeiro, 21 anos, que é esposa de Aldemir, tem quadro estável, mas permanece sedada e intubada até que responda mais ao tratamento.
A bebê de quatro meses, filha do casal, passa bem. Seu quadro de saúde é estável. Ela respira sem ajuda de aparelhos, mas continua em observação na UTI Pediátrica. Já o menino de seis anos, também filho do casal, apresenta estado de saúde agravado. Ele está sedado e intubado, evoluindo com disfunções orgânicas. Está sobre cuidados intensivos.
Intoxicação
A intoxicação teria acontecido porque havia faltado luz em Curralinho e a família teria ligado o gerador, que é movido a diesel e fica dentro da residência, na noite de domingo (10). Como o motor ficou funcionando durante toda a madrugada, as seis pessoas que estavam na casa inalaram o gás por aproximadamente 10 horas.
Uma mulher, identificada como Ione Soares Dias, de 37 anos, morreu na casa. A família foi encaminhada primeiro para o Hospital Municipal. Todos os cinco membros da família chegaram no Regional do Marajó com nível de rebaixamento de consciência.