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Enciclopédia Regional WikiBelém
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O WikiBelém reúne informações mais detalhadas sobre a cidade de Belém, região metropolitana, pontos turísticos, praças, igrejas, monumentos, etc...
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Praças e Parques
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A Praça Visconde do Rio Branco, mais conhecida como Praça das Mercês, foi testemunha de importantes lutas do movimento cabano - revolta popular que combateu os ditames do império brasileiro e a influência portuguesa na região.
Em 1828, Pedro Texeira, navegador desbravador do Rio Amazonas, conheceu, no Peru, as ações educativas dos frades mercedários. Ele então teve a idéia de trazer três frades peruanos da irmandade Mercedários Calçados para Belém. Em 1639, os mercedários receberam a doação de um terreno, onde deveria ser construída a Igreja das Mercês. Um ano depois, o templo estava pronto e o terreno que se localizava diante do prédio ficou conhecido como Largo das Mercês. Tempos depois, o local foi arborizado e, em meados do século XIX, recebeu o nome de Barão do Mauá.
“Com a chegada de Antônio Lemos no governo, a praça foi gradeada e novamente mudou de nome”, contou o historiador José Valente. Dessa vez, o homenageado foi o Barão do Rio Branco, estadista responsável pela consolidação das atuais fronteiras do país. Anos depois, a praça recebeu uma estátua - esculpida na França - de José da Gama Malcher, que foi vereador, prefeito de Belém e governador do Estado. Nessa época, um dos programas preferidos da elite paraense era assistir as peças do Teatro Providência, que se localizava diante da igreja.
Na lista das praças mais visitadas de Belém, a Praça das Mercês com certeza amarga as últimas colocações. Quase ninguém a visita para passeio ou uma simples contemplação. Além da poluição sonora, o logradouro se tornou um ponto perigoso, mesmo diante do prédio da Corregedoria de Polícia.
Os casarões do entorno tinham moradores ilustres, como o Almirante Tamandaré, que veio para Belém combater os cabanos. A praça testemunhou muitos fatos históricos desse movimento cabano, destaca-se a tentativa dos cabanos de tomar o trem de guerra do Exército, que ficava abrigado na Alfândega, ao lado da igreja. O trem guardava canhões, munições, facas e espingardas. A tentativa fracassou e 800 cabanos foram mortos.
Outro momento importante foi a morte do líder cabano Antônio Vinagre, aos 20 anos, que foi atingido por uma bala na testa, na esquina da rua João Alfredo com Frutuoso Guimarães. Atiradores do Exército estavam posicionados no alto dos casarões.
A estátua de José Malcher é um dos poucos elementos originais da praça que ainda estão conservados. Uma das perdas mais significativas é de uma fonte de água que não resistiu ao tempo. O logradouro está rodeado de ambulantes e quem passa pelo Centro Comercial mal consegue enxergar a praça. No final do dia, sobram o lixo espalhado pelas calçadas e os mendigos que fazem dela abrigo.
Segundo a secretária municipal de Meio Ambiente, Silvia Cristina Valente, a prefeitura faz uma manutenção mensal no logradouro. A última reforma ocorreu em 2004, quando foram recuperados os bancos, as lixeiras e a iluminação. “Infelizmente, as famílias se afastaram da praça, em virtude das ações de vandalismo. Reconhecemos que é necessário reordenar o espaço, pois é uma ‘área de respiração’ do Comércio”, disse. A secretária acrescentou que a Guarda Municipal faz ronda diária no entorno com o objetivo de inibir a ação de marginais. |
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Praças e Parques
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Situado em 3 pavilhões do antigo porto de Belém, ao longo de 500 metros da orla fluvial do rio Pará. Ideal para um passeio no fim de tarde e contemplar o por-do-sol na Baía do Guajará. Verifique a programação cultural: música, cinema, shows folclóricos. Delicie-se com os pratos da culinária paraense e internacional. O espaço conta ainda com um teatro, lojas e quiosques. |
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Mercados e Feiras
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Maior mercado ao ar livre da América Latina, o Ver-o-Peso reúne tudo o que há de mais paraense. A feira está dividida em setores: roupas, utensílios, alimentação, frutas, farinha, peixes secos, peixes frescos, ervas e artesanato. Em pleno centro histórico de Belém, provoca visitantes e moradores com sua diversidade, cheiros, cores e sabores. Boulevard Castilho França, s/n. Horário sugerido: pela manhã. |
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Praças e Parques
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Ver-o-Rio é um pontos turístico bastante visitado, em Belém do Pará.
Numa área de cinco mil metros quadrados de frente para a baía do Guajará, o projeto alia contemplação à natureza com a praticidade na utilização do espaço urbano. |
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Praças e Parques
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Natural de Rio Grande (Rio Grande do Sul), Dom Mário de Miranda Villas Boas toma posse como o sexto arcebispo da Catedral de Belém, em 5 de janeiro de 1945. Durante os 12 anos que morou no Pará, Dom Mário de Villas Boas destacou-se pelo amor à liturgia e ao seminário.
Por sua palavra brilhante e voz privilegiada, foi considerado naquela época como o maior orador sacro do Brasil.
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Praças e Parques
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Preocupado com a saúde da população, o intendente Antônio Lemos implementou em 1897 algumas ações para dar melhores condições de salubridade à população. Paulatinamente, Lemos iniciou a construção de uma rede de esgotos, promoveu melhorias no calçamento e arborização de ruas, avenidas e parques e proporcionou a melhoria da qualidade da água distribuída à população.
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Praças e Parques
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Em 1912, a Companhia Port Of Pará urbanizou a área aterrada próxima à Baía do Guajará, da avenida 15 de Agosto até o Igarapé das Almas. Em 1953, foi realizado nos fundos do prédio da mesma companhia o IV Congresso Eucarístico Nacional,
com a presença de todos os bispos e arcebispos do Brasil. Este momento de grande manifestação da fé ficou consagrado na história da religiosidade da cultura paraense como hoje está retratado na placa existente no local. Mais tarde, este terreno foi transformado na Praça Kennedy e, posteriormente, em Praça Waldemar Henrique.
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