Boyband NOZ entra no mercado para tentar despertar paixões em adolescentes que curtem funk pop

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Fabricadas pela indústria da música desde os anos 1980, as boybands ainda sobrevivem no mercado fonográfico, mesmo que já não mobilizem multidões como em tempos idos.
Atenta ao espaço crescente conquistado pelo funk de cepa pop no braço brasileiro desse mercado, a gravadora Sony Music aposta no poder de consumo de adolescentes que curtem tanto o gênero como as bandas de garotos.
Com a inevitável dose de marketing, o trio NOZ entra em cena neste mês de fevereiro de 2019 para tentar despertar paixões nessas adolescentes. Nicolas Barone (com 16 anos), Vyni Takahashi, (com 21 anos) e Gabriel DeLucca (também com 21 anos) são os integrantes do NOZ. O trio debuta sob direção musical da KLAP, produtora associada ao funk paulistano.
Trio NOZ lança o primeiro single em março
Marcos Hermes / Divulgação
Caçula do grupo, Nicolas Barone tem no currículo trabalhos como ator e modelo. Vyni Takahashi também se iniciou artisticamente como ator, tendo participado de novelas infantis. Já Gabriel DeLucca é o integrante com mais bagagem na área musical. É compositor, inicialmente ligado ao universo sertanejo, e já assinou a trilha sonora e a direção musical de uma peça de teatro estreada no ano passado, Somos todos tão jovens (2018).
Com a máquina da gravadora em ação, a boyband NOZ lançará em março o primeiro single para tentar repetir (e alargar) o passo do grupo paulista O Clã, que entrou em cena em 2016 no mesmo nicho do pop funk sem, no entanto, alcançar grande projeção nacional.

Editoria de Arte / G1