Ex-backing vocal perde processo de R$ 1 milhão contra Aline Barros

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Rejane Silva alegou que foi demitida por ser gay e que não recebia direitos trabalhistas. Sentença ainda a obriga a arcar com custas e honorários dos advogados calculadas em R$ 20 mil. Cantora gospel Aline Barros
Reprodução/Instagram/Aline Barros
A 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro julgou como improcedente os pedidos de Rejane Silva, ex-backing vocal de Aline Barros, em 31 de janeiro, no processo que movia contra a cantora.
A backing vocal entrou na Justiça Trabalhista pedindo indenização de R$ 1 milhão, alegando que foi demitida por ser gay. Além disso, também dizia que não recebeu os direitos trabalhistas por dez anos (2005-2015).
Na audiência de agosto de 2018, Gilmar dos Santos, sócio e marido da cantora gospel, compareceu e “negou tudo” em depoimento.
Em nota oficial enviada nesta quinta (28), a assessoria de Aline escreveu: “Comunicamos que após oferecer todas as informações e provas solicitadas nos autos daquela ação judicial, no dia 31/01/2019, o excelentíssimo Juiz da 4ª Vara do Trabalho proferiu sentença através da qual julgou IMPROCEDENTES TODOS OS PEDIDOS FORMULADOS PELA SRA. REJANE, condenando-a, inclusive, ao pagamento de custas judiciais e expressivos honorários advocatícios sucumbenciais, algo que pode ser facilmente verificado através de simples consulta feita junto ao site do TRT da 1ª Região.”
O valor das custas foi calculado em torno de R$ 20 mil sobre o valor inicial de R$ 1 milhão pedido pela parte reclamante.
O texto enviado pela cantora diz ainda que Rejane abriu mão de recurso e, por isso, o processo foi arquivado de forma definitiva.
O G1 procurou os advogados da funcionária, mas até a publicação da reportagem não obteve retorno.